6.1.11
personal fav.
[Ok, este pode não ser o melhor exemplo porque o gajo tava literalmente a morrer de frio.]
Gosto muito de duas frases recorrentes em filmes e séries americanas (e não só) :
1. Aquele momento em que o personagem tá a prestes a morrer e diz: '- I'm so cold!'
2. Aquele momento em que o casal tá em crise e ele/ela vira-se pró outro e diz :'-Look into my eyes and tell me you don't love me anymore.'
o senhor Stephin Merritt devia mas é aprender a tar caladinho.
Sober, life is a prison
Shit face, it is a blessing
Sober, nobody wants you
Shitfaced, they're all undressed
Sober, it's ever darker
Shitfaced, the moon is nearer
Sober, you're old and ugly
Shitfaced, who needs a mirror?
Sober, you're a crogmagnun
Shitfaced, you're very clever
Sober, you never should be
Shitfaced, now and forever!
I gotta get too drunk to dream
'cause dreaming only makes me blue
I gotta get too drunk to dream
because I only dream of you
I gotta get too pissed to miss you
or I'll never get to sleep
I gotta drink wine not to pine for you
and god knows that ain't cheap
I know you think i'm insane
I know it's not appealing
but til I'm feeling no pain
guess what I'll be feeling?
I gotta get too fried to cry,
or I'll be crying all night long
I gotta get too high to sigh
oh my god where did I go wrong?
So why do I get plastered?
and why am I so lonely?
it's you, you heartless bastard
you're my one and only!
I gotta get too pissed to miss you
or I'll never get to sleep
I gotta drink wine not to pine for you
and god knows that ain't cheap
and god knows that ain't cheap!
5.1.11
espelho meu, espelho meu.
Confesso que uma das minhas espectativas do ano (em conjunto com o Somewhere de Ms. Coppola) era o novo filme de Darren Aronofsky, Black Sawn.
Pi, Requiem for a Dream e The Fountain estão na minha lista de filmes favoritos de sempre e é provável que venha a encaixar o The Wrestler quando o vir - coisa que não fiz até agora por não me sentir atraída pelo tema do filme.
Olhando para a filmografia do senhor percebe-se uma certa transversalidade do drama, da psicose, de um certo misticismo que ele transporta agora para Black Swan, embora tenha algumas dúvidas quanto à forma como ele os materializa, por isso ainda não consegui perceber assim muito bem se gosto ou não do filme.
A velha história do Lago dos Cisnes, conto transformado em bailado pelo shôr Tchaikovsky (confesso que nunca o vi completo, mas havia sempre uma menina que nos recitais de bailado da escola fazia o acto final, a morte do cisne), um bando de cisnes que afinal são pessoas presas num feitiço e só se tranformam em humanas à noite, o feitiço só poderá ser quebrado pelo verdadeiro amor, um príncipe apaixonado, um feiticeiro mauzão que impede o principe de quebrar o feitiço, um cisne morto.
O filme gira em torno da preparação do bailado, onde a inocente menina Portman, escolhida para o papel de rainha dos cisnes, se vê a braços com a tarefa de representar também o cisne negro, supostamente o seu gémeo mau, a feiticeira que irá seduzir o príncipe, fazendo com que este perca de vista o seu objectivo (salvar através do amor verdadeiro a rainha boazinha/cisne branco).
Mas, importa sublinhar que é um interpretação com direito a palminhas e talvez a um óscar da Natalie Portman.
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cinema
2.1.11
how long can you miss someone?
Aquele cheiro, som, imagem do teu corpo, incendeia. E um rio carregado de saudade vem correr na minha veia.
(Nem quero ver a conta do celular. Pois.)
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heartache
1.1.11
30.12.10
let's talk about sex.
Sempre admirei muito as manas Casady. Quer por serem um duo que à partida nada tem em comum (a Bianca e os seus hip-hops e a Sierra e o seu canto líríco), quer por serem as primeiras gajas que vi a misturarem instrumentos (alguns bem inusitados) e 'estilos' musicais com uma promiscuidade que facilmente poderia dar em merda, mas que elas fizeram resultar muito bem.
Embora tenha gostado muito dos dois primeiros álbuns, estes dois últimos não me caíram no goto, e, desde que botei olho na capa do Grey Oceans considerei-as um caso perdido e voltei ao meu indie-rock.
Isto tudo para falar de duas versões que as manas fizeram de duas músicas chungosas: a Turn Me On do Kevin Lyttle e a I Wanna Fuck You do Akon (feat. a ratazana do Snoop Doog).
A Turn Me On, que antes era uma coisa reggeatoneira,(?) virou completamente lânguida fazendo juz ao título e à letra. Na I Wanna Fuck You, fizeram uma coisa mais interessante e mudaram a letra e o sentido da música. Passou a ser a outra face que não é apresentada no original. O original é uma badalhoquice sem nível que fala de um gajo que quer comer uma gaja. A versão das Cocorosie (You Wanna Fuck Me) é o ponto de vista da gaja, que afinal é uma coitadinha violada pelo irmão e que agora é uma stripper com a alma desfeita.
Transcrevo apenas o refrão pra se ficar a perceber a coisa..., quem tiver curiosidade que pesquise, mas tenha em atenção que o computador correrá o risco de se autodestruir quando abrirem a página da letra do Akon.
Akon :
I see you winding and grinding up on that pole,
I know you see me lookin' at you and you already know
I wanna fuck you, you already know
I wanna fuck you, you already know
Cocorosie :
You see me trying to smile up on this pole
But I'm just hiding the pain that's deep in my soul
You wanna fuck me
I already know
You wanna fuck me and toss me back on the floor
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música
21.12.10
19.12.10
Fuzzy
Mariana Lopes 2007
Here we are in our car driving down the street
We're looking for a place to stop have a bite to eat
We hunger for a bit of faith to replace the fear
We water like a dead bouquet does no good, does it dear?
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fotografia,
música
12.12.10
há algo de podre no reino da Dinamarca?
Novo (?) anúncio televisivo do menu 'Happy Meal' do McDonald's:
Menino toca à campainha da menina.
Menino convida menina para pescar. Menina recusa.
Menino vai embora.
Menino volta, toca à campainha e convida menina para jogar futebol. Menina recusa.
Menino convida menina para andar de skate. Menina recusa.
Menino aparece vestido de Zorro, convida menina...awmmm...para uma reunião fetichista? Menina recusa.
[a este ponto, percebemos que todas as brincadeiras para as quais o menino convida a menina são um quanto ou tanto 'masculinas']
Menino, desconsolado, entra na sala onde o pai se encontra a arranjar um candeeiro (Homens...!atentai neste exemplo e cumpram as tarefas domésticas destinadas a quem nasceu com penduricalho!). Pai diz qualquer coisa do género : '...são mulheres, tens de puxar pela imaginação'.
Menino leva menina ao McDonald's e partilham alegremente um Happy Meal (só 3 euros!).
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9.12.10
Ser tolerante.
Tentar compreender acima de tudo. Caso não seja possível, pelo menos aceitar as diferenças e a diversidade.
Lembro-me de até ter escrito uma coisa sobre o assunto...
Mas, não sei por que altura, resolvi que tentaria ser flexível em relação a QUASE tudo...: aspectos que envolvessem religião ou Igreja estariam para sempre banidos da minha 'zona de tolerância' (já que da zona da compreensão e aceitação já não faziam parte há algum tempo). Há apenas um pormenor a ter em atenção : sendo fundamentalmente contra a religião (sim, é uma questão de princípios, por isso nem os monges budistas se safam, por muito que não seja uma religião, seja um estilo de vida blá, blá, blá) não sou contra a fé.
O questionamento da religião levou-me depois ao próprio questionamento da existência humana. Cheguei a uma conclusão. Sartre explica melhor que eu : "(...) e depois, de repente, os cenários desabam e acedemos a uma lucidez sem esperança. Então, se sabemos recusar o socorro enganador das religiões ou das filosofias da existência, temos algumas evidências essenciais : o mundo é um caos, uma 'divina equivalência que nasce da anarquia'; -não há amanhã visto que se morre." (introdução de O Estrangeiro, de Albert Camus)
Apesar de não ter chegado ainda a esta condição de 'estrangeira' sem esperança ou ambição, acredito que não há nenhuma razão transcendente para estarmos aqui. Somos seres-vivos, o facto de termos consciência, sermos racionais e dotados daquela coisa muito indefinida a que se convencionou chamar de 'alma' é pura coincidência. Não há uma missão. Não há nada para além do facto de que se nasce e se morre. O que se faz da vida é valorizado ou não segundo certos valores e convenções que ao longo dos milénios a nossa espécie foi construíndo. E, se virmos bem as coisas, todas as nossas conquistas (digo 'nossas' porque embora não tendo sido literalmente 'minhas' se reflectiram em mim de 'n' maneiras, e porque faço parte da humanidade), desde os gajos da roda até aos gajos do acelerador de partículas, todos os nossos contratempos, toda a nossa história foi feita por nós e reflete-se em nós. Não há mais nada além disso. O universo é indiferente. Pelo caminho fomos destruíndo umas espécies, acelerando umas alterações climáticas e tal, mas é uma espécie de redundância cíclica. Um dia, a acreditar no que é dito, o Sol expande-se, engole a Terra e acabou. Acabamos não no dia em que isto for tudo com o caraças, mas sim no dia em que a nossa 'memória 'se estinguir. E como pelos vistos não vai sobrar nem um satélite pra amostra - e não acredito muito que os extraterrestres encontrem as Voyager e muito menos percebam o Chuck Berry - deve acabar tudo definitivamente.
Agora, a minha angústia - e este texto foi todo para explicar uma coisa muito simples: deverei ser fiel às minhas posições, principalmente quando demoraram tantos anos a amadurecer e levarão outros tantos a consolidarem-se...acreditar que não há nada para além disto e viver exclusivamente de memórias que inevitavelmente se irão dissolver com o tempo...?, quando na verdade quero é acreditar que esta não foi a última vez que te vi...que um dia quando fôr a minha vez estarás lá, estará lá a 'alma' a 'energia' ou o caraças...porque, sinceramente, a este ponto do campeonato a 'memória' não chega para pagar o meu sossego.
8.12.10
2.12.10
It's not forever now, but still I don't see how.
Strike the circuits out, and count the papers down,
Wipe the dust up from the floor you know so well.
Find the confidence it takes to leave this place,
Cock the trigger, check your head, and have your say.
Stumble forward, take the bottle from the shelf,
Some silver harmony that makes its way back now.
Find the confidence it takes to leave this place,
Cock the trigger, check your head, and have your say.
It's not forever now, but still you don't see how,
Everywhere we look we're out of bounds.
It's not forever now, but still I'm finding out,
Every time we're up we're falling down.
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música
same old story
É de uma ironia revoltante voltar ao Super Bock em Stock um ano depois, exactamente com as mesmas inquietações pessoais. E exactamente pelas mesmas razões, sem tirar nem pôr, apenas com personagens diferentes. Como dizia o outro, o amor é fodido. Ou então a minha vida virou um erro de redundância e eu nem reparei.
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heartache
1.12.10
we ♥ lists.
Ao que parece os senhores da Mojo, da Rough Trade e da NME devem ter confundido a lista de presentes do Pai Natal com a lista de melhores discos do ano.
John Grant - Queen of Denmark para a Mojo
These New Puritans - Hidden para a NME
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música
30.11.10
espelho meu, espelho meu, há melhor filme de ressaca do que eu?
Gosto muito de passar dias se ressaca em frente à televisão a ver filmes chungas ou em frente ao computador a ver séries. Desta vez resolvi aproveitar melhor o tempo e ter mais critério na escolha, ou seja, deitar-me em frente ao computador e ver uma série de filmes que, embora não estando na categoria de filme-de-Domingo-à-tarde-da-TVI, não me obrigassem a pensar ou a estar muito atenta. Correu bem. Resolvi fazer este post, que também se poderia chamar 'Como fazer uma crítica a 7 filmes em cinco minutos.' Classificação de uma a três estrelas, pra ser mais fácil.
1 estrela:
(fotograma de I'm Still Here, de Casey Affleck, EUA 2010)Deve ser mesmo fabuloso tirar um ano das nossas vidas pra fazer figura de urso, gozar com a imprensa sensacionalista, com Hollywood, com o Letterman e com os meninos do hip-hop (por acaso o P.Diddy parece ser o único gajo que não cai na esparrela e o manda dar uma curva) e ainda ser pago por isso. Quanto às aspirações mais profundas do 'documentário' - um actor famoso e premiado em conflito consigo próprio e com o mundo, que resolve perseguir o seu verdadeiro sonho e no meio se vai desgraçando fisicamente com recurso a drogas e putas (onde é que eu já vi isto...) - ficam um bocado aquém das espectativas, quer em termos de conteúdo, quer em termos de forma. A 'catarse' final - o reencontro com o pai e com as 'origens' - principalmente a última sequência em que ele vai mergulhando no rio é uma coisa que me fez passar pelas brasas em dois ou três momentos.
(fotogramas de An Education de Lone Scherfig, RU/EUA 2009)
Começo a ficar farta de filmes de meninas que se apaixonam por gajos mais velhos. E este em particular é quase irmão, embora num contexto diferente, de outro filme inglês de 2009, Fish Tank. Meninas que se apaixonam por um gajo mais velho, dão umas trancadas e depois descobrem que eles são casados e têm filhos. Embora no caso de Fish Tank o conteúdo e a forma sejam bastante mais crus que neste. E, mesmo que haja um questionamento explícito do papel da educação e da mulher na sociedade dos 60, fica a ideia de que o que interessa é ires pra Oxford e estudares senão tás fodida.
2 estrelas :
(fotograma de Inception de Christopher Nolan, EUA/RU 2010)
Este devia mas é chamar-se Confusion. Daqueles filmes em que é preciso estar tão atento ao enredo que não sobram neurónios para apreciar outros aspectos do filme. A reter a cena em que não há gravidade. Gostava mesmo de saber como filmaram aquilo. A questão da diferença de tempos entre os diferentes níveis de sonho poderia estar melhor explorada em termos formais...mas pronto, escapa.
(fotograma de The Dark Knight de Christopher Nolan, EUA/RU 2008)
Eu, como fã do Chris Nolan de 'Memento' e um bocadinho de 'Insomnia' fiquei apreensiva quando ele se meteu nestas super-produções. Mas o gajo tem-se safado bem, embora aquela coisa recorrente (podemos ver isso em Batman, OInício e nestes dos últimos aqui referidos) de filmar um diálogo com a câmara sempre a rodar à volta dos actores me enjoe profundamente. Não sei quem raio lhe disse que aquilo funcionava bem, mas pronto.
3 estrelas:
E para equilibrar, mais cabeça e menos efeitos especiais. Gostei especialmente do pequeno formalismo a que ele se permitiu quando representa uma relação sexual através de posições e não do acto contínuo. E é engraçado que podiam ser fotos, mas não, são os gajos mesmo parados durante uns segundos.
(fotograma de Shutter Island de Martin Scorsese, EUA 2010)
E eu que até não sou nada deste género de filmes colei do princípio ao fim. Em parte para descobrir qual era o desenlace - e mais uma vez tive razão, embora tenha que admitir que este me custou mais um bocado. Irritou-me a banda sonora, assim como as cenas de tempestade, demasiado artificiais para a qualidade do resto. Lembrou-me o Hullumeelsus (Loucura) de Kaljo Kiisk, um filme russo dos anos 60, em que um oficial da Gestapo é enviado a um sanatório devido a uma denúcia anónima. Supostamente entre os malucos havia um espião e no decorrer da investigação o oficial acaba por ficar também maluco. No final percebe-se que a denúncia era falsa e tinha sido feita pelo director da prisão, com a intenção de poupar por mais algum tempo a vida dos pacientes, que seriam chacinados mais cedo ou mais tarde pelos gajos da Gestapo.
Também me lembrou o 1984 (o livro), pela lavagem cerebral. E aliás foi com o final do 1984 em mente que consegui descobrir o desenlace. O Ípsilon disse : 'Ao fim das quase duas horas e meia, ficamos aliviados quando identificamos a solução do mistério - e quando damos por nós a perguntar se o mistério ficou realmente resolvido, percebemos que Scorsese ganhou o jogo.' A solução do mistério encontra-se na última fala do DiCaprio, quando ele pergunta a Chuck se é preferível 'viver como um monstro ou morrer como um homem bom'. No ínicio vemos DiCaprio chegar à Ilha como um Marshall que vai investigar o desaparecimento de uma paciente. No decorrer do filme coisas estranhas se vão passando e no final dão-nos a entender que DiCaprio afinal era um paciente da instituição que, negando a si próprio o que tinha feito (matado a mulher que por sua vez tinha matado os seus três filhos) entrava em reset cerebral infinito. Numa tentativa de o curar definitivamente os psiquiatras da instituição conduzem uma experiência a fim de tentar que ele admita a sua realidade e os seus actos. OU...os psiquiatras resolveram trazer um homem são (que tinha alguns traumas no seu passado, o que abria uma brecha para eles trabalharem) para a Ilha e conduzirem uma experiência que tinha em vista uma lavagem cerebral complexa, para o fazerem crer que a sua própria vida era uma mentira?
Quando no final vemos que finalmente DiCaprio aceita a sua condição de assassino (para gáudio dos psiquiatras) acreditamos na primeira versão, ele admite, está curado. Quando no dia seguinte ele aparentemente entra em reset e volta à mesma paranóia de sempre, eles resolvem 'matá-lo', a experiência não resultou. No momento em que ele questiona se é preferível viver como um monstro ou morrer como um homem bom percebemos a sua lucidez e a sua escolha : ser declarado curado através da lavagem cerebral (o que implicava ele admitir ter matado a mulher, embora ele tivesse a a consciência de não o ter feito) ou morrer como um homem bom, ou seja com a consciência da realidade e dos seus verdadeiros actos?
(fotogramas de Io sono l'amore de Luca Guadagnino, Itália 2009)
A gula e a luxúria de novo misturadas. A decandência da burguesia, a morte, a libertação. Tudo muito bem filmado - não posso no entanto concordar com algumas críticas que li por ai que elogiam o domínio de câmara. Se houve coisa que não gostei foi a utilização da câmara.. E nalgumas partes o tipo de corte de plano que é feito, demasiado brusco.
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cinema
olhó abiãozinho!
A propósito de andar a pesquisar umas coisas do Wolfgang Tillmans, o cachopo que ganhou o Turner em 2000 com a série 'Concorde',[..basicamente são fotos do dito avião (normal...normal...)] lembrei-me de uma história que o meu pai me contava acerca deste outro cachopo,
(gosto muito da foto desta capa), que pela altura do Live Aid, em Julho de 1985, se lembrou de fazer a dobradinha : actuar em Londres, apanhar Concorde e actuar em Filadélfia. Reza a história que no avião encontrou a sôdôna Cher, que reclamou não ter conhecimento dos concertos Live Aid...tanto trabalho o Gedolf teve pra qu'ela não soubesse e veio o Collins estragar o arranjinho...tsstss...e pronto, lá a tiveram que encaixar na parte final do concerto de Filadélfia, quando cantaram em conjunto a We Are The World.
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fotografia,
música
things I often forget
(fotogramas de Ghost World de Terry Zwigoff, EUA/RU/Alemanha 2001)
...o sentido de humor, pois claro. A fé e a esperança já não servem a ninguém.
28.11.10
25.11.10
22.11.10
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